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O ar-condicionado há muito deixou de ser um luxo e se tornou uma necessidade em um país que registra temperaturas altas durante todo o ano. Os aparelhos mais modernos, compactos e silenciosos invadiram casas, escritórios, escolas e atualmente até mesmo hospitais contam com essa inovação em suas salas de consulta e UTIs.
 
Na maternidade, por exemplo, é comum que o quarto que a mamãe divide com seu recém-nascido esteja equipado com um ar-condicionado para manter a temperatura estável e o ar purificado.
 
Mesmo assim, algumas pessoas ainda têm receio de instalar ar-condicionado no quarto dos bebês. Por isso, hoje vamos esclarecer o mito de que o aparelho faz mal para os pequenos e entender como ele pode ser usado sem prejudicar a saúde dos moradores da casa.

 
Atualmente é muito comum a utilização de sistemas de ar-condicionado, aquecimento, ventilação e desumidificação em diversos ambientes para manter uma temperatura agradável. Para isso, é fundamental que haja um projeto de climatização realizado corretamente.
 
Nesse processo, é importante que se respeitem alguns pontos, como a instalação, as dimensões e os revestimentos do ambiente, além da potência do aparelho, que pode causar danos se for insuficiente.
 
Assim, um procedimento que oferece muitos benefícios pode causar muitas dores de cabeça quando não realizado de maneira responsável. Para lhe ajudar com essas questões, preparamos este artigo especialmente para você.

 
Ter uma vida em cidades — principalmente em grandes centros — se tornou preocupação mundial quando o assunto é a qualidade do ar. O volume de construções que deixam o ambiente ainda mais fechado e uma grande quantidade de veículos nas ruas faz com que a propriedade do ar fiquem piores com o tempo.
 
Nem sempre podemos nos dirigir para áreas em que o ar seja puro ou pelo menos, tratado. Contudo, o avanço tecnológico tem proporcionado que tenhamos um ambiente mais confortável. O ar-condicionado, que além de amenizar as temperaturas também consegue deixar a qualidade do ar ainda melhor.
 
Por isso, você entenderá algumas mudanças influenciaram na melhora da qualidade de vida e no bem-estar. Afinal, melhorar o ar é um dos pontos que mais desejamos, certo? Então, não deixe de ler.

 
Sabe-se que o custo da energia no Brasil está num patamar bastante elevado e que a tendência, num médio espaço de tempo, é aumentar ainda mais. Esta afirmativa, por si só, já seria motivo para nos preocuparmos com os sistemas de climatização espalhados pelo mundo afora, visto que eles representam entre 20 e 25% da energia consumida no planeta, ou entre 40 e 50% da energia utilizada pelos edifícios.
 
Não seria necessário, neste primeiro momento, discutirmos a composição de nossa atual matriz energética, sua tendência de modificação, nem tão pouco contar com o potencial técnico de nosso país na conservação de energia elétrica, face à falta de políticas públicas fortes e concretas caminhando neste sentido no Brasil.
 
Nosso foco então seria na racionalização de energia, aliada ao processo recorrente e crescente de construções sustentáveis. Vale dizer que existe um movimento caminhando neste sentido, tentando reduzir o consumo de energia elétrica em edificações, onde os principais focos de consumo são a climatização e a iluminação. As envoltórias destes prédios também devem ser bem estudadas, visto que estão diretamente ligadas aos sistemas consumidores.

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